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terça-feira, 4 de outubro de 2022

Emilinha Borba: Mulata Yê, Yê, Yê


Mulata Yê, Yê, Yê (marcha/carnaval, 1965) - João Roberto Kelly - Intérprete: Emilinha Borba

LP O Carnaval É Nosso / Título da música: Mulata Yê, Yê, Yê / João Roberto Kelly (Compositor) / Emilinha Borba (Intérprete) / Gravadora: Entré / CBS / Ano: 1964 / Nº Álbum: 4030 / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Marcha / Carnaval.


G
Mulata bossa nova   caiu no huly-guly
        Am    C               G       D7        G
e só dá ela  iê-iê-iê iê-iê-iê iê-iê   na passarela (BIS)

Am               G                              C
a boneca está  cheia de fiu-fiu  esnobando as louras
       A7          D7
e as morenas do Brasil

Emilinha Borba: Marcha do Remador


Marcha do remador (Se a canoa não virar) (marcha/carnaval, 1964) - Antônio Almeida e Oldemar Magalhães - Interpretação: Emilinha Borba

Disco 78 rpm / Título da música: Marcha do remador / Antônio Almeida (Compositor) / Oldemar Magalhães (Compositor) / Emilinha Borba (Intérprete) / Gravadora: CBS / Lançamento: 1963 / Álbum: 3.304 / Lado A / Gênero musical: Marcha.



------ A
Se a canoa não virar
Olê-olê-olá

E7----------A
Eu chego lá


---- D
Rema, rema, rema, remador

------A
Quero ver depressa o meu amor

----------D
Se eu chegar depois do sol raiar

------E7
Ela bota outro em meu lugar

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Emilinha Borba: Chiquita Bacana

A ideia de compor "Chiquita Bacana" partiu de João de Barro, que propôs a Alberto Ribeiro aproveitarem o existencialismo como motivo de uma marchinha. Na realidade, a ideia inspirava-se na imprensa da época que explorava com frequência o existencialismo - Sartre, Camus, Simone de Beauvoir e, principalmente, o lado não-científico do movimento, que abrangia os "existencialistas" boêmios, habitués das caves parisienses, seus costumes exóticos etc.

Naturalmente, o objetivo da dupla ao escrever a marchinha era fazer uma referência espirituosa ao assunto, para isso criando a figura de "Chiquita Bacana", beldade que "Se veste com uma casca de banana nanica". Sem dúvida, o comportamento da moça é inusitado, mas perfeitamente justificável, pois "Existencialista com toda razão" ela "Só faz o que manda o seu coração". Genolino Amado chegou a dizer numa crônica que esses versos eram a melhor definição do existencialismo que ele conhecia.

Emilinha Borba
Além de dar a Braguinha a vitória no carnaval pelo terceiro ano consecutivo, "Chiquita Bacana" tornou-se uma de suas composições mais conhecidas, batendo, inclusive, o recorde de alcance geográfico de sua obra: foi gravada nos Estados Unidos, Argentina, Itália, Holanda, Inglaterra e França, onde, com o título de "Chiquita madame de la Martinique", e com versos de Paul Misraki, integra as discografias de Josephine Baker e Ray Ventura.

Chiquita Bacana (marcha/carnaval, 1949) - João de Barro e Alberto Ribeiro

Disco 78 rpm / Título da música: Chiquita Bacana / Autoria: Ribeiro, Alberto, 1902-1971 (Compositor) / João de Barro, 1907-2006 (Compositor) / Emilinha Borba (Intérprete) / Regional (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: Continental, 1948 / Lançamento: 1949 / Lado A / Gênero: Marcha


  G                  Am
Chiquita bacana lá da Martinica   
   D7                   G
Se veste com casca de banana nanica
    Am     D7        G
Não usa vestido, não usa calção
   B7              Em
Inverno pra ela é pleno verão
   Am       D7        G
Existencialista com toda a razão
    E7        A7      D7
Só faz o que manda o seu coração


Fonte: A Canção no Tempo - Vol. 1 - Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello - Editora 34.