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quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Almir Sater: Missões Naturais


Missões naturais - Almir Sater e Renato Teixeira - Interpretação: Almir Sater

LP Almir Sater - Cria / Título da música: Missões Naturais / Almir Sater (Compositor) / Renato Teixeira (Compositor) / Almir Sater (Intérprete) / Gravadora: 3M / Ano: 1986 / Álbum: 3M3.0008 / Lado A / Faixa 2 / Gênero musical: Regional / Sertanejo.


  C                     F
Vou nas asas dessa manhã
C                   F
E bons tempos me levarão
              F        C
Para Goiás, Minas Gerais e Maranhão
                          F
Vai, como quem pra guerra vai
C                       F
Que depois eu vou com você
C          F     C     F   C
Vai, pra além daqui, além dali, além de nós
F
Êta destino mais atrevido
Seguir em seguir, seguindo
                  C
Por aí feito um cigano
F
Eu aprendi a ver esse mundo
Com meu olhar mais profundo
                       C
Que é o olhar mais vagabundo
Em        F       F/G
Eu ando pelas estradas
       F/A               C
Quem sabe a gente já se viu
    Bb     C/E       F/G  C
Por aí, um dia quem sabe
 C                  F   C                  F
Nessa vida tudo se faz sob três missões naturais
  C                F     C
Primeiro nascer, depois viver e aprender
C                   F    C                      F
Só o aventureiro é capaz de partir e não voltar mais
C             F          C
Se realizar, depois sonhar, então morrer
F
Disse meu pai, não lhe digo menino
Você há de aprender com o sino
                       C
Qual o rumo, qual a direção
F
E disse o sino: alegria garoto
Esse pai será sempre seu porto
                           C
Não se acanhe se houver solidão
Em        F       F/G
Eu ando pelas estradas
       F/A               C
Quem sabe a gente já se viu
    Bb     C/E       F/G  C
Por aí, um dia quem sabe

quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Sérgio Reis: Comitiva Esperança


Comitiva Esperança - Almir Sater e Paulo Simões - Intérprete: Sérgio Reis

LP Sérgio Reis - Pantaneiro / Título da música: Comitiva Esperança / Almir Sater (Compositor) / Paulo Simões (Compositor) / Sérgio Reis (Intérprete) / Gravadora: BMG-Ariola / Ano: 1990 / Álbum: 130.0116 / Lado A / Faixa 3 / Gênero musical: Regional / Sertanejo.


D                           
Nossa viagem não é ligeira, 
                    G         D       
    ninguém tem pressa de chegar
                             
A nossa estrada, é boiadeira, 
                  G         D
    não interessa onde vai dar
G                D             G               D  
Onde a Comitiva Esperança, chega já começa a festança
   A    D           A      D          A   D  
Através do Rio Negro, Nhecolândia e Paiaguá
  A     D       A      D        A    D          A
Vai descendo o Piqueri, o São Lourenço e o Paraguai
D                                 
Tá de passagem, abre a porteira, 
                      G       D
       conforme for pra pernoitar
                                      A           D
Se a gente é boa, hospitaleira, a Comitiva vai tocar
       G                            
Moda ligeira, que é uma doideira, 
                     D7       G
    assanha o povo e faz dançar
          A              G
Oh moda lenta que faz sonhar
          D                        G            D  
Onde a Comitiva Esperança chega já começa a festança
      A         D        A     D         A    D
Através do Rio Negro, Nhecolândia e Paiaguás
       A          D      A          D            A    D
Vai descendo o Piqueri, o São Lourênço e o Paraguai
E                          A
É, tempo bom que tava por lá, 
 G                   D        E
Nem vontade de regressar
                       A
Só vortemo eu vô confessar
                             A       
É que as águas chegaram em Janeiro, 
                        A 
deslocamos um barco ligeiro
               D
Fomos pra Corumbá

terça-feira, 4 de outubro de 2022

Almir Sater: Boieiro de Nabileque

Boieiro do Nabileque (1982) - Almir Sater e João Bá - Interpretação: Almir Sater

LP Doma / Título da música: Boieiro do Nabileque / Almir Sater (Compositor) / João Bá (Compositor) / Almir Sater (Intérprete) / Gravadora: RGE / Ano: 1982 / Álbum: 308.6025 / Lado B / Faixa 2 / Gênero musical: Regional / Sertanejo.


Tom: A 

(intro) E4 E D/E E

       E
Vai boiero, rio abaixo
A
Vai levando gado e gente
B
O sal grosso e a semente
                  E   E4  E
Eh, porto de Corumbá

Um amor, toda beleza
 A
Como um canto de nobreza
 B
Deslizar na veia d'água
              E  E4 E
Eh, rio Paraguai
F#m                A
Rio acima, peixe-boi
                 E
Passarada, matagal
              F#m
Véio bugre entoando
 A             B
Seu antigo ritual
       E      A
Pantaneiro...

Almir Sater: Boiada


Boiada - Almir Sater e Renato Teixeira - Intérprete: Almir Sater

LP Rasta Bonito / Título da música: Boiada / Almir Sater (Compositor) / Renato Teixeira (Compositor) / Almir Sater (Intérprete) / Gravadora: Continental / Ano: 1989 / Álbum: 1.01.404.377 / Lado B / Faixa 4 / Gênero musical: Regional / Sertanejo.


A
Ele foi levando boi, 
um dia ele se foi no rastro da boiada
D
A poeira é como o tempo, 
um véu, uma bandeira, tropa viajada
A
Foram indo lentamente, 
calmos e serenos, lenta caminhada
D
E sumiram lá na curva, 

na curva da vida, na curva da estrada
E7
E depois dali pra frete, 
não se tem notícias, não se sabe nada
A                   G
Nada que dissesse algo
              D                 A/E
De boi, de boiada, de peão de estrada
            C                     G
Disse um viajante, história mal contada
                   Bb                    D/A   C
Ninguém viu, nem rastro, nem homem, nem nada
A
Isso foi há muito tempo, 
tempo em que a tropa ainda viajava
D
Com seus fados e pelegos 
no rangeu do arreio ao romper da aurora
A
Tempos de estrelas cadentes, 
fogueiras ardentes, ao som da viola
D
Dias e meses fluindo, 
destino seguindo, e a gente indo embora
E7
Isso tudo aconteceu no fato que se deu, 
faz parte da história
   A                G               D
E até hoje em dia quando junta a peãozada
            A/E                 C
Coisas assombradas, verdades juradas
             G/B                Bb
Dizem que sumiram, que não existiram
              D/A
Ninguém sabe nada
A
Ele foi levando boi, 
um dia ele se foi no rastro da boiada
D
A poeira é como o tempo, 
um véu, uma bandeira, tropa viajada
E
Foram indo lentamente, 
calmos e serenos, lenta caminhada
D
Dias e meses seguindo, 
destino fluindo, e a gente indo embora
E7
Isso tudo aconteceu no fato que se deu, 
faz parte da história
   A                G               D
E até hoje em dia quando junta a peãozada
            A/E                 C
Coisas assombradas, verdades juradas
             G/B                Bb
Dizem que sumiram, que não existiram
              D/A
Ninguém sabe nada